quarta-feira, 9 de abril de 2014

Aula 04 - Tabelas

Conceitos Básicos
As tabelas são utilizadas como um recurso essencial para o layout geral da página, principalmente para posicionar imagens e texto. Elas são compostas de linhas e colunas e o conteúdo de cada célula pode ser texto, imagem ou até mesmo outra tabela.
Dicas: No HTML semanticamente correto, a tabela deve ser utilizada apenas para guardar dados tabulares, como os resultados de um campeonato, um calendário ou uma lista de preços.
Uma tabela é delimitada pelos marcadores <table> </table>, sendo que dentro destes marcadores são colocadas as linhas e as colunas da tabela.
<table>
<tr> indica o início de uma nova linha na tabela
<td> indica uma coluna na tabela
</td> indica o final daquela coluna na tabela.
</tr> indica o final da linha na tabela
</table> indica o final da própria tabela.
Dicas: Existe um marcador para a criação de cabeçalhos na tabela. Esse marcador é o <th> e é utilizado ao invés do <td>.
Exemplo de uma tabela com duas linhas e três colunas:
<html>
<head>
<title>Tabela</title>
</head>
<body>
<table border="1">
<tr>
<td> Primeira coluna</td>
<td> Segunda coluna</td>
<td> Terceira coluna</td>
</tr>
<tr>
<td> Primeira coluna</td>
<td> Segunda coluna</td>
<td> Terceira coluna</td>
</tr>
</table>
</body>
</html>


Tabela com 2 linhas x 3 colunas
Principais atributos de uma tabela
<table border="espessura_da_borda">
Especifica a presença ou ausência de borda na tabela bem como a espessura. No caso de uma tabela sem bordas não é necessário colocar o atributo border.
<table width="largura_da_tabela" height="altura_da_tabela">
Indica o tamanho da tabela. Este tamanho pode ser relativo ao tamanho da página em que a tabela será exibida, ou absoluto.
Uma tabela de tamanho relativo é chamada "tabela elástica" e se estica de acordo com o tamanho da página em que é exibida. Neste caso a largura e altura da tabela são fornecidas tendo a porcentagem como unidade de medida. 100% indica uma tabela que ocupará a tela toda.
Exemplo:
<table width="50%" height="100%">
Uma tabela de tamanho absoluto permanece fixa independentemente da resolução da página em que está sendo exibida. É útil quando existem imagens que não podem separar-se, alinhadas dentro de uma tabela. Neste caso a largura e altura da tabela são fornecidas tendo o pixel como unidade de medida.
Exemplo:
<table width="50" height="100">
<table align="posicionamento">
Especifica o posicionamento do texto a circundar a tabela. O alinhamento pode ser left (esquerda) ou right (direita). Nos casos em que não se deseja que o texto circunde a tabela não é preciso colocar o atributo align.
Exemplo de texto flutuando à esquerda da tabela (align="left")
Texto flutuando à direita da tabela
<table cellpadding="valor em pixel">
Especifica o deslocamento do texto em relação às bordas de cada célula da tabela.
Exemplo:
<table border="1" cellpadding="20">

Exemplo de deslocamento de texto em relação às bordas de cada célula
<table cellspacing="valor em pixel">
Especifica o espaçamento entre cada célula da tabela.
Exemplo:
<table border="1" cellspacing="10">

Exemplo de espaçamento entre as células da tabela
<table bgcolor="cor">
Especifica uma cor de fundo para a tabela. A cor pode ser declarada pelo seu nome ou, preferencialmente, pelo seu código hexadecimal.
Exemplo:
<table bgcolor="#ccff00">
<table background="imagem">
Especifica uma imagem de fundo para a tabela. A imagem de fundo será repetida, como um ladrilho.
Exemplo:
<table background="img/fundo.gif">
Principais atributos de uma célula
Com exceção dos atributos border, cellspacing e cellpadding, que são atributos exclusivos da tabela, cada célula possui os demais atributos, a saber:
  • cor de fundo e imagem de fundo;
  • largura e altura.
Além disto, cada célula pode ter seu conteúdo alinhado horizontalmente e verticalmente.
<tr align="valor" > ou <td align="valor" >
Alinhamento Horizontal: Valores podem ser LEFT
(esquerda), RIGHT (direita) ou CENTER (centro).
<tr valign="valor"> ou <td valign="valor">
Alinhamento Vertical: Valores podem ser TOP (topo da célula), MIDDLE (região mediana da célula), BASELINE (alinha a linha de base do texto da célula com o texto da linha), BOTTOM (alinha o conteúdo da célula com a região inferior da célula).
Exemplo:
<html>
<head>
<title>Tabela</title>
</head>
<body>
<table border="1" width="600" height="200">
<tr>
<td valign="top"> Primeira coluna</td> <td valign="middle"> Segunda coluna</td> <td valign="bottom"> Terceira coluna</td> </tr>
<tr>
<td align="left"> Primeira coluna</td> <td align="center"> Segunda coluna</td> <td align="right"> Terceira coluna</td> </tr>
</table>
</body>
</html>
Exemplo de alinhamento vertical e horizontal das células
Tabela de layout
A tabela é a principal forma de criar o layout (aparência) de um web site. Nela são colocadas as imagens, banners, textos e todo o conteúdo da sua página.
Hoje em dia existem vários web sites (a maioria ainda) com o layout feito com tabelas e a estrutura básica é algo como o exemplo:

Dicas: Vários estudiosos de código chegaram à conclusão de que essa função fugia da semântica da tag <table> e atualmente utilizam para o layout um modelo baseado em "caixas", com a utilização da tag <div> e CSS. Essa forma de criar o layout é chamada de Tableless (sem tabela).






quinta-feira, 27 de março de 2014

Fireworks - Aula 01

1. Novo: inicia um novo documento.
2. Salvar: grava o arquivo atual.
3. Abrir: carrega um arquivo já existente.
4. Importar: obtenção de arquivos externos.
5. Exportar: converte arquivos .png para outros formatos.
6. Imprimir: saída impressa do gráfico.
7. Voltar: retorna ao estado anterior à última ação.
8. Refazer: refaz a última ação desfeita.
9. Recortar: move para área de transferência o objeto selecionado.
10. Copiar: copia para área de transferência o objeto selecionado.
11. Colar: coloca o objeto da área de transferência no documento.




1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14


1. Agrupar: transforma vários objetos selecionados num único.
2. Desagrupar: retorna os objetos ao seu estado individual.
3. Junção: transforma dois ou mais objetos em apenas um, uniformizando as cores.
4. Dividir: separa os objetos que foram unidos
5. Trazer para frente: coloca o objeto selecionado na frente de todos os demais.
6. Enviar para trás: leva uma vez para trás.
7. Recuar: envia uma vez para trás.
8. Avançar: envia o objeto selecionado para trás de todos os demais.
9. Último alinhamento usado: repete o último alinhamento.
10. Alinhamento: posiciona os objetos selecionados na horizontal ou vertical em relação a eles mesmos.
11. Girar 90º anti-horário: rotaciona o objeto em 90º à esquerda.
12. Girar 90º horário: rotaciona o objeto em 90º à direita.
13. Virar Horizontalmente: espelha o objeto na horizontal.
14. Virar Verticalmente: espelha o objeto na vertical.
  1. Caixa de ferramentas
Contém uma diversidade de ferramentas essenciais ao uso do Fireworks. Algumas ferramentas possuem subopções, que podem ser encontradas pressionando por alguns segundos o mouse sobre o botão desejado.
Para exibir/ocultar as barras ou caixa de ferramentas, acesse o menu Janela e em seguida a opção Ferramentas. É possível, pressionando a tecla TAB, ocultar temporariamente todas as barras do programa.



Fireworks - Boas Vindas

Boas-vindas
Ao iniciar o Fireworks, a tela de boas-vindas será exibida. Esta tela possui uma série de funções que podem ser acionadas rapidamente, possibilitando abrir os últimos arquivos, criar novos documentos e fazer um passeio pelas novidades do programa:








Área de Trabalho
Ao carregar o Fireworks CS6 apresentam-se na tela vários elementos que compõem a área de trabalho. São eles: barra de título, barra de status, barra de menus, barra de ferramentas, caixa de ferramentas e vários painéis.

Barra de menus
Apresenta o nome do programa. Quando possui um arquivo carregado, exibe também o nome do documento e a sua porcentagem de ampliação atual.
  1. Barra de Ferramentas
Contêm atalhos dos principais recursos do programa.


Fireworks - Aula 01

Novidades da Versão CS6
A versão Adobe Fireworks CS6 traz recursos utilizados já em versões anteriores de forma mais estável como:
  • Aprimoramento na exportação de CSS e Sprites CSS;
  • Renomeação de elementos no painel de Camadas;
  • Novo painel de cores de preenchimento e cores de contorno;
  • Precisão em gradientes através de valores específicos de cor e ângulo;
  • Novas texturas e preenchimentos padrão;
  • Transparência com valores exclusivos para contorno e preenchimento;
  • Novos itens de Biblioteca;
  • Cor de contorno para textos;
  • Copiar cores com o conta gotas;
  • Os estilos são salvos na pasta escolhidas, mas também permanecem na pasta de estilos do documento atual.
Fireworks x PhotoShop
Quando o Fireworks foi lançado era visível a resistência dos web designers em migrar para o software, já que a maioria deles eram usuários de Adobe PhotoShop e estavam acostumados com sua forma de trabalho, não voltada especificamente para a Web, e sim para o conjunto compreendido por artes-finais, tratamento de imagem e confecção de objetos isolados para interfaces da web. Já o Fireworks foi exclusivamente projetado para a Web, portanto a sua filosofia de trabalho é outra, compreendida principalmente por recursos de páginas de internet, como: menus, símbolos, comportamentos, botões, banners, etc. Através do Fireworks é possível criar interativamente todas as etapas para a criação de um web site, inclusive gerar o código HTML e JavaScript.
Vários profissionais da Web estão optando por utilizar o Fireworks no desenvolvimento de interfaces gráficas para confecção de sites, pois ele representa uma solução integrada, não sendo, portanto, necessária à utilização de vários programas para a realização do mesmo objetivo.
É possível a elaboração de um Web Site profissional utilizando apenas o Fireworks e um editor HTML, como o Adobe Dreamweaver, Microsoft FrontPage, etc., para a montagem e organização das páginas. Não se deve, portanto comparar estes softwares, pois cada um tem o seu público, de acordo com o objetivo que se espera do software. E, se o objetivo é a criação de um projeto gráfico com recursos sofisticados para um site, a ferramenta ideal é o Fireworks.
Além de tudo isso, hoje em dia o Fireworks, o Flash, o Dreamweaver e o Photoshop fazem parte da mesma empresa, onde a integração entre esses programas é bem ampla.

Solução Integrada (Vetorial x Bitmap)
O Fireworks CS6 trabalha tanto com arquivos vetoriais ou imagens em pixels no mesmo ambiente.
Vetorial
Os arquivos vetoriais possuem tamanhos reduzidos, pois contêm apenas dados que são reconstituídos através de equações matemáticas presentes no software, permitindo redimensionamento, edição, aplicação de efeitos, etc., a qualquer momento e sem perda de qualidade.
Utilize as ferramentas vetoriais para criar botões, logotipos e desenhos em geral para a sua interface.
  1. Bitmap
Apesar de o arquivo bitmap ocupar mais espaço do que o vetorial e perder a qualidade quando redimensionado, uma das vantagens é que se podem aplicar determinados efeitos apenas numa parte do objeto, já no arquivo vetorial isso não é possível.
Utilize os efeitos presentes no Fireworks para fazer o tratamento das imagens que irão compor o site.

Fireworks - Aula 01

Uma interface para o público infantil tem uma interface carregada de cores e gráficos
  1. Análise e arquitetura das informações
Uma das grandes diferenças do design de interface é que ele deve ser "utilitário", ou seja, não deve apenas ser design bonito, mas também deve ser prático. Pois neste caso, o design serve à informação, ao conteúdo do site. É ele que poderá facilitar ou complicar para que o internauta/cliente encontre o que deseja. Como o nome já diz, é a "interface" o intermediário entre o conteúdo e o internauta/cliente. Por isso, é importante que primeiro se faça uma análise detalhada da informação que deve conter no site, pois somente a partir desta análise é que será possível saber quais serão as seções do site, e qual o design que melhor atenderá uma navegação mais intuitiva para se chegar à informação desejada.
  1. Escolha do estilo de design
Este é outro aspecto importante, pois uma coisa é saber que se precisa de um botão aqui, de um banner ali, etc. e outra é saber qual o estilo que conduzirá o desenho desses elementos. Um estilo de design pode ser clássico, infantil, moderno, mais orgânico ou mais quadrado, mais "clean", ou com muitos elementos e cores, etc., enfim podem-se usar os mais diversos estilos. Entretanto o estilo escolhido tem que atender a uma série de requisitos, como ser mais adequado ao tipo de informação, facilitar a navegação, atender às necessidades de marketing, usar cores adequadas ao tipo de informação ou à identidade visual da empresa.

O site do novo Fiat Palio tem uma interface com um estilo audacioso, apelando para as emoções e cores vivas
  1. Rascunho do design
Um recurso muito utilizado por desenhistas é o rascunho do trabalho.
Antes de começar a montar a interface no programa de imagem é útil fazer um rascunho no papel para ajudar a visualizar a interface e acelerar o processo de escolha de formas e estilo. Obviamente, isto não é uma regra, é uma dica.

  1. Produção das mídias
Outra etapa importante é a produção das mídias que serão usadas na interface do web site, assim como imagens, fotos, ilustrações, ícones, animações ou mesmo sons.
É necessário saber se as imagens e fotos serão obtidas de clip-arts ou deverão ser produzidas por um fotógrafo. Depois de obtida a imagem, também será necessário tratá-la e adaptá-la aos requisitos da mídia digital, como resolução, dimensões, etc.
Assim também é o caso de ícones e ilustrações que poderão vir de clip-arts, ou produzidas especialmente por um ilustrador para este web site.
  1. Integração dos elementos na interface
Finalmente chega-se a etapa de integração de todos os elementos separados em uma interface, usando um software de imagens. Neste momento existem elementos que virão de fora, como logotipo, fotos, etc., e elementos que serão produzidos no próprio programa de imagem, como botões, fundo, textos, detalhes de design, banners, etc.
Todos esses elementos deverão ser integrados numa interface harmônica, clara e intuitiva.
  1. Teste da interface
 Depois de criada a interface, exportadas as imagens e encaixadas dentro da página HTML, não pense que o processo chegou ao fim. Uma etapa muito importante, e que muitos se esquecem, é o teste da usabilidade da interface. Este teste consiste em pedir para algumas pessoas navegarem no site usando a nova interface para ver se ela realmente é intuitiva e fácil de usar. Neste momento podem-se perceber algumas dificuldades de navegação, e corrigi-las antes de publicar na Internet.
Introdução ao Fireworks CS6
O que é Fireworks CS6?
O Adobe Fireworks é um software de interface gráfica, projetado para a World Wide Web. O ambiente do software é integrado, pois combina ferramentas vetoriais e bitmaps, possibilitando ainda a aplicação de animação aos objetos. É, portanto uma solução completa para a criação gráfica de Web Sites. Através do Fireworks desenvolvemos desde imagens simples e animações isoladas até interfaces complexas com botões, menus, pontos ativos, comportamentos de rollover, etc. Os arquivos desenvolvidos no Fireworks têm o formato PNG (Portable Network Graphics). Este formato é recomendado pelo W3C como padrão para a Web porque não apresenta perdas. Além desse formato, o arquivo do Fireworks pode ser exportado para GIF, JPEG e para programas como o Adobe Illustrator, Adobe Freehand e Adobe Flash.
Configuração Sugerida para Windows
  • Intel (r) Pentium (r) 4 ou AMD Athlon (r) 64
  • Microsoft (r) Windows (r) XP com Service Pack 3 ou Windows 7 com Service Pack 1. Adobe (r) Creative Suite (r) 5.5 e CS6 aplicações também suporta o Windows 8. Consulte o FAQ CS6 para mais informações sobre o suporte ao Windows 8. *
  • 1 GB de RAM (2 GB recomendado)
  • 1 GB de espaço disponível no disco rígido para a instalação; espaço livre adicional necessário durante a instalação (não é possível instalar em dispositivos de armazenamento flash removíveis)
  • 1280x1024 monitor com placa de vídeo de 16 bits
  • Unidade de DVD-ROM.

Fireworks - Aula 01

Buscadores possuem uma interface mais simples e intuitiva
Nos tópicos a seguir definem-se os conceitos e conhecimentos necessários para uma boa criação de interface e apresenta-se um guia com todos os procedimentos envolvidos neste processo, objetivando uma forma mais didática de abordar o assunto.
Conhecimentos Básicos de Design
Existem alguns conhecimentos de design que são básicos não apenas para o design de interface, mas para criação em todo o tipo de mídia. Esses conhecimentos envolvem quatro áreas básicas: tipografia, cor, forma e composição.
  1. Tipografia
Tipografia é coleção de caracteres tipográficos utilizados num projeto gráfico e representa um papel de suma importância no design. É através do uso adequado da tipografia que conseguimos legibilidade, harmonia, beleza e estilo. É necessário conhecer as famílias de tipo, suas diferenças básicas e a melhor aplicação para cada tipo de tipografia.
Os tipos podem ser:
  • Sem Serifa - esse tipo de fonte não possui serifas nos finais dos traços das fontes. Elas são mais usadas em trabalhos de caráter técnico, comercial ou corporativo, pois a ausência das serifas dá um ar de seriedade e clareza à fonte. Fontes sem serifa são muito utilizadas em páginas Web. Exemplo:
 ARIAL

  • Antigo - devido ao seu aprimoramento secular como tipo usado na escrita, as fontes no estilo antigo foram o melhor grupo de fontes para grandes extensões de texto impresso. Exemplo:
TIMES NEW ROMAN

  • Moderno - essas fontes não são usadas para extensões de texto corrido. Elas se aplicam melhor a títulos. Exemplo:
 BENGUIAT






  • Serifa Grossa - as fontes com serifa nascem a partir da necessidade de se ter textos que podem ser vistos à distância, é usada para a mídia impressa para exposição em posters, outdoors, etc. Exemplo:
SERIFA

  • Manuscrito - os tipos manuscritos simulam algum tipo de escrita à mão. Essas fontes são usadas em situações específicas. No entanto, elas podem resultar em excelentes resultados, se usadas com grande destaque. Exemplo:
 ENGLISH 111 VIVACE

  • Decorativo - são fontes que geralmente "abusam" dos efeitos estilizados, de desenhos, sendo mais informais e divertidas. Exemplo:
 BABY BLOCKS



  1. Cor

Em relação à cor é necessário conhecer os modelos de cores disponíveis (RGB, CMYK, etc.) e quando utilizá-los; saber quais são as cores primárias, secundárias e cores complementares; diferenças de aplicação de cores frias e cores quentes; quais são as melhores combinações de cores (harmonia de cores) e psicodinâmica das cores.
Círculo de cores
Modelos de Cores:
Modelo RGB - Uma larga porcentagem do espectro visível pode ser representada misturando-se três componentes básicos de luz colorida em várias proporções. Estes componentes são conhecidos como cores primárias: vermelho (red), verde (green) e azul (blue) RGB. Seu monitor cria cores emitindo luz através dos fósforos: vermelho, verde e azul. Duas dessas cores, quando misturadas, produzem as cores secundárias: ciano, magenta e amarelo. Esse é o modelo utilizado na criação de gráficos para a web.
  • Modelo CMYK - O modelo CMYK é usado no processo de impressão quatro cores. Neste processo, a cor é reproduzida combinando-se as quatro tintas: ciano (cyano), magenta (magenta), amarelo (yellow) e preto (black) - CMYK.
Em HTML, valores de cor RGB são dados em Hexadecimal - um sistema com base em 16 números. No hexadecimal, ao invés de números sendo executados de 0 a 9 e depois repetidos, existe uma série inicial de valores de 16 números:
0,1,2,3,4,5,6,7,8,9, A, B, C, D, F
As letras solitárias representam valores que normalmente podem tomar dois dígitos no sistema decimal: A igual a 10, B igual a 11, C igual a 12, e assim por diante. Quando você quer contar além dos dígitos hex, você coloca 1 diante dos números e contínua, exatamente como faz nos decimais quando quer ir além de um dígito.
Valores RGB são expressos em hex com um conjunto de três números de dois dígitos, com cada um dos três valores correspondente a 256 níveis de vermelho, verde e azul, respectivamente. Por exemplo, branco em valores RGB é representado por 255,255,255. O equivalente em hex é #FFFFFF.
A cor não apenas pode atrair o olhar e traduzir emoções, mas ela também tem importante apelo comercial. Na Web, como com qualquer meio de massa, a cor também é um elemento fundamental na interface.
  1. Forma
Quando falamos de forma, basicamente estamos falando de desenho. Desenho não é somente um traço feito com algum material como grafite, caneta ou carvão, mas são também os contornos dos objetos, imagens e pinturas. Por exemplo, quando pintamos uma parede ou uma tela unicamente com tinta, sem traços, estamos trabalhando com formas, ou seja, desenhando.
 
 Composição

Este é um conceito que envolve todos os anteriores, pois quando se pensa em composição, pode se referir em como compor várias fontes, cores, formas, ou todos esses elementos ao mesmo tempo. De nada adianta escolher fontes adequadas, cores bonitas e harmônicas e belas formas, se não souber compor esses elementos. Neste aspecto o trabalho do designer é parecido com o de um maestro, e o design é como uma orquestra. Tem que ter harmonia. Um design pode usar cores fortes e cores leves, ou cores fortes e elementos contrastantes. De qualquer forma precisa haver uma relação entre os elementos de cada um, de acordo com sua linguagem e objetivo.
Procedimentos Gerais na Criação de uma Interface
Depois de apresentados os aspectos básicos de design, apresentam-se os aspectos específicos do design de interface para web. Antes de começar o trabalho em um programa de imagem, existem alguns procedimentos que devem ser feitos.
Análise do tipo de site
Uma das primeiras preocupações na criação do design de uma interface é saber para qual tipo de site deverá ser criado.
O site pode ser de comércio eletrônico, entretenimento, notícias, institucional, etc. A partir desta informação é que se pode saber qual interface atenderá melhor ao tipo de conteúdo do site, e qual o peso que poderá ser dado à interface.
Por exemplo, em um site de entretenimento pode-se investir muito mais numa interface animada, cheia de efeitos, do que numa interface para um site de notícias, onde o rápido carregamento da informação é mais importante que muitas imagens.

Fireworks - Aula 01

Definição de Design de Interface

O design de interface é uma área do design e está comumente relacionada ao processo de criação de telas de jogos, aplicação multimídia, softwares e recentemente páginas web.
Dando uma definição geral de design de interface, diz-se que o design de interface consiste no processo de criar e desenhar uma forma mais fácil e intuitiva de operar um aparelho, dispositivo, computador, etc. Esta foi, por exemplo, a grande revolução trazida pelo sistema operacional Windows, que possibilitou uma forma mais fácil e intuitiva dos usuários se comunicarem com o computador, do que com o sistema operacional MS-DOS.
É importante observar que por trás deste processo existe um estudo, ou seja, não se trata apenas da criação de algumas imagens, botões, fundos, etc., que se coloca posteriormente dentro do código HTML.
Design de Interface para Web Sites
Quando se fala de design de interface para web sites, não existe uma fórmula que sirva para todos os casos. Tudo depende do objetivo da interface que está relacionado com os objetivos do web site. O objetivo deste tipo de design não é apenas criar um botão, mas sim saber qual o melhor formato, cor, estilo de design e localização para este botão dentro da página.
Para que se tenha esta informação, antes de tudo existem alguns processos que são necessários, como por exemplo, a arquitetura da informação do site. A arquitetura da informação diz qual informação é a mais importante em nossa página e web site. A partir daí deve-se fazer as perguntas:
  • Quem é o usuário? Qual a sua idade, o seu nível sociocultural, etc.
  • Qual a melhor forma de apresentar esta informação para o usuário?
  • Que forma, cor, tipografia, localização será melhor e mais intuitiva para o usuário?
Portanto, o design de interface é a maquiagem da informação. Para ajudar a esclarecer este conceito:
"O design não deve ser uma mera decoração, ele precisa comunicar. O leitor nunca deve ter que passar por florestas de botões para obter uma simples notícia"
Roger Black
Designer e diretor de arte responsável pelas mudanças no jornal The New York Times e nas revistas Rolling Stone, Newsweek e New York Magazine.

Fireworks - Aula 01

Introdução ao Design de Interfaces

Definição de Interface
Antes de explicar o que é o design de interfaces e quais são os aspectos envolvidos neste processo, serão explicados alguns termos. Primeiramente, o que é uma interface? A palavra interface é uma palavra de origem inglesa e que se refere a tudo que se encontra entre duas pessoas, dois processos, dois dispositivos, etc., que precisam se comunicar. Ou seja, a interface é o que se encontra no meio. Veja alguns exemplos:
  • Quando duas pessoas que falam línguas diferentes precisam se comunicar, elas precisam de um intérprete para poder se comunicar, neste caso o intérprete é a interface;
  • A parte da frente do aparelho de som, do micro-ondas, da TV, o painel do carro, todos são exemplos de interface, pois permitem que as pessoas se comuniquem com a máquina.
Se vendesse um carro, um aparelho de som ou de TV, da mesma forma que o cientista ou engenheiro os inventou as pessoas não técnicas não saberiam como operar estes equipamentos. Na verdade este é o trabalho do design industrial, mas está muito próximo do design de interface.

O design da interface é parte crucial na venda de um produto para o consumidor

segunda-feira, 24 de março de 2014

CSS Continuação

Propriedades de texto


As propriedades de texto definem como um texto será aplicado. Os elementos são:
  • Endentação
  • Alinhamento
  • Espaçamento
  • Caixa alta e baixa
  • Espaçamentos entre linhas

Endentação


Text-indent
  • Esta propriedade define a tabulação de um texto e seus valores podem ser dados em diversas unidades de medida. O valor pode ser negativo, mas deve obedecer aos limites impostos por cada browser.
Exemplo:
 
<html> <head> <title>Definindo indentação</title> <style type="text/css"> <!-- .pixel {text-indent: 24px;} .pontos {text-indent: 24pt;} --> </style> </head> <body> <p class="pixel">Neste parágrafo é utilizada a propriedade text-indent</p> <p class="pontos">Neste parágrafo é utilizada a propriedade text-indent</p> </body> </html>
Exemplo da propriedade text-indent

Alinhamento


Text-align
  • Esta propriedade define o alinhamento do texto.
Exemplo:
 
<html> <head> <title>Definindo Alinhamento</title> <style type="text/css"> <!-- .centro {text-align: center;} .direita {text-align:right;} --> </style> </head> <body> <p class="centro">Neste parágrafo é utilida a propriedade text- align</p> <p class="direita">Neste parágrafo é utilizada a propriedade text- align</p> </body> </html>
Exemplo da propriedade text-align

Espaçamento


Letter-spacing
  • Esta propriedade define espaçamento entre as letras.
Exemplo:
 
<html> <head> <title>Definindo Espaçamento</title> <style type="text/css"> <!-- .palavra {letter-spacing: 10px;} --> </style> </head> <body> <p class="palavra">People</p> </body> </html>
Exemplo da propriedade letter-spacing

Caixa alta e baixa


Text-transform
  • Esta propriedade define a caixa dos caracteres de um trecho de texto. O texto pode ficar em maiúsculo, minúsculo ou com a primeira letra de cada palavra em maiúscula.
Seus valores-chave são:
  • uppercase - todas as letras do texto serão em maiúsculas.;
  • lowercase - todas as letras do texto serão em minúsculas.;
  • capitalize - a primeira letra de cada palavra estará em maiúscula;
  • none - nenhum.
Exemplo:
 
<html> <head> <title>Definindo caixa</title> <style type="text/css"> <!-- .capitais {text-transform: capitalize;} .maiusculas {text-transform: uppercase;} --> </style> </head> <body> <p class="capitais"> Testando uma propriedade</p> <p class="maiusculas"> Testando uma propriedade</p> </body> </html>
Exemplo da propriedade text-transform

Espaçamentos entre linhas


Line-height
  • Esta propriedade define o espaçamento entre linhas de um parágrafo.
Exemplo:
 
<html> <head> <title>Definindo Espaço entre as linhas</title> <style type="text/css"> <!-- h2 {line-height: 30pt} --> </style> <body> <h2>Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas Espaçamento entre linhas </h2> </body> </html>
Exemplo da propriedade line-height

CSS Continuação

Medidas utilizadas


Na definição das várias propriedades das folhas de estilo, diversas medidas podem ser usadas, sendo que algumas são relativas e outras absolutas.
px - número de pixels. É relativo à resolução do monitor ou outro dispositivo onde a página será exibida. Exemplo: 100 pixels em uma tela com resolução de 640x480 resulta em um tamanho maior que os mesmos 100 pixels em uma tela com resolução de 800x600.
in - polegadas.
cm -centímetros
mm - milímetros
pt - pontos.
pc - paicas
em - pontos. Esta unidade é igual ao tamanho em pontos de uma fonte. No exemplo abaixo, ela se refere ao tamanho do "elemento pai":
 
p {font-size: 10pt} b {font-size: 1.5em}
Neste caso, qualquer texto na tag inclusa numa tag <p> terá um tamanho de 15 pontos (1.5em x 10 pt)

Cores


Nas tags padrão HTML pode-se usar as cores declarando o seu nome: aqua, black, blue, fuchsia, gray, green, lime, maroon, navy, olive, purple, red, silver, teal, white, yellow, etc. ou através de seus códigos RGB em formato hexadecimal.
Além dessas notações que podem ser usadas para a CSS, outras notações estão disponíveis, as quais podem facilitar muito o trabalho do desenvolvedor.
Exemplos:
{color: #ff0000;} - representa FF para vermelho, 00 para verde e 00 para azul
{color: rgb (255,120,60);} - os valores vão de 0 a 255
{color: rgb(100%,15%,40%);} - representa 100% para vermelho, 15% de verde e 40% de azul.

Definindo o tipo de CSS


Você pode escolher como utilizará o CSS. Existem vários tipos como: seletores, classes, redefinir tags, seletores contextuais, seletores de links, etc.

Classes


Todos os elementos dentro do elemento body podem ser agrupados em classes, as quais podem ser ligadas à folha de estilo que aumentam o poder de controle sobre os elementos.
Imagine que em um primeiro parágrafo queira colocar o texto na cor vermelha, no segundo parágrafo verde e no terceiro cinza.
Exemplo:
 
<html> <head> <style type="text/css"> <!-- .primeiro {color:red;font-size: 10pt;} .segundo {color:green;font-size: 12pt;} .terceiro {color:gray;font-size: 14pt;} --> </style> </head> <body> <p class=" primeiro">Primeiro parágrafo</p> <p class=" segundo">Segundo parágrafo</p> <p class=" terceiro">Terceiro parágrafo</p> </body> </html>
Exemplo de Classe

Classes Únicas


Em certas situações, apenas um item dentro código é de uma determinada classe (como o topo de um site, por exemplo) e para isso existem um identificação de classe única. A diferença para classe tradicional (declarada com o ".") é que enquanto a classe comum pode ser usada por diversas tags, a classe única só pode ser utilizada uma vez.
Imagine que em um layout exista um parágrafo que serve para identificar o preço de um produto (mostrado apenas uma vez na página) e esse preço é exibido em vermelho
Exemplo:
 
<html> <head> <style type="text/css"> <!-- #preço {color:red} --> </style> </head> <body> <p>Notebook HP</p> <p id="preço">R$ 3500,00</p> </body> </html>

Redefinindo Tags


Ao redefinir uma tag HTML em CSS, ela é automaticamente formatada pelos estilos definidos.
Imagine que em um documento html você tenha várias ocorrências da tag <p>, e quer que todos estes parágrafos fiquem com a mesma formatação. Então você redefine a tag <p>.
Exemplo:
 
<html> <head> <style type="text/css"> <!-- p {color:red;font-size: 30pt} --> </style> </head> <body> <p>Primeiro parágrafo</p> <p>Segundo parágrafo</p> <p>Terceiro parágrafo</p> </body> </html>
Exemplo de tag redefinida
As declarações devem ser dadas da mais geral para a mais específica. As tags herdarão as propriedades da declaração geral, tendo como mudança a declaração específica.
Os estilos CSS podem ser combinados, para otimização do código, declarando vários atributos ao mesmo tempo para vários elementos.
Imagine que num determinado documento todo o texto é formatado com a fonte Arial, porém cada tag (h1, h2 e p) possuem uma cor e tamanhos específicos. Imagine ainda que exista um tipo de parágrafo especial que tem a cor diferente (porém ainda possui o valor semântico de um parágrafo comum). Para isso são utilizadas declarações de redefinição de tag e classe, como no exemplo a seguir:
 
<html> <head> <style type="text/css"> <!-- p, h1, h2 {font-family:Arial;} p{color:black;} h1{color:red;} h2{color:blue;} .destaque {color:red;} --> </style> </head> <body> <h1>Css é fundamental</h1> <p>Todo o texto pode ser formatado com CSS, sem perder a sua função original.</p> <h2>A semântica é importante para o código</h2> <p class="destaque">Cada tag tem a sua função específica</p> <p>Os parágrafos possuem função diferente dos títulos, apesar de poderem dividir propriedades e atributos</p> </body> </html>

CSS Continuação

Folhas de Estilo Incorporadas


  • Método utilizado para aplicar estilo em qualquer elemento da página, por serem incorporados a tag <head>. Quando o style sheet é incluído desta maneira, as definições colocadas ali valem para toda a extensão daquele arquivo HTML. O atributo type="text/css" quer dizer que o estilo se trata de um tipo MIME, para que os browsers que não suportam CSS ignorem o código.
<html>
 
<head> <style type="text/css"> <!-- h1 {font-family:impact;background:yellow;color:red;} p {color:green;} --> </style> </head> <body> <h1> Este é um titulo HTML usando CSS</h1> <p>Cascading Style Sheet</p> </body> </html>
Exemplo utilizando método Folhas de estilo Incorporadas

Folhas de Estilo Externas


Com este método, pode-se fazer com que várias páginas HTML usem estilos definidos em um único arquivo central. A grande vantagem deste método é que, se você quiser fazer uma mudança nos estilos da página, basta alterar em um único local e todas as páginas vinculadas a ela serão alteradas também.
Exemplo:
 
<html> <head> <link rel="stylesheet" href="estilos.css" type="text/css"> </head> <body> <h1> Este é um titulo HTML usando CSS</h1> <p>Cascading Style Sheet</p> </body> </html>
Agora para criar o arquivo CSS:
 
h1{font-family:impact;background:yellow;color=red} p{color=green}
Salve o arquivo como estilos.css.
Exemplo utilizando método Externa

Importação de estilos


A importação de um style sheet é parecida com o método anterior. A diferença é que não se pode combinar o método de link com outros métodos de inserções de estilos, mas a importação pode ser combinada.
Exemplo:
 
<html> <head> <style type="text/css"> <!-- @import url(estilos.css); --> </style> </head> <body> <h1> Este é um título HTML usando CSS</h1> <p>Cascading Style Sheet</p> </body> </html>
Exemplo utilizando método Importação

CSS

CSS


CSS (Cascading SyleSheets ou Folhas de Estilos em Cascata) é uma tecnologia padronizada pela W3C (nasceu em meados de 1996), que não é parte do HTML padrão, mas sim um conjunto de novas tags que ajudam a ter um melhor controle sobre o layout e o gerenciamento do site.

Por que usar CSS em páginas Web?


Todo documento escrito utiliza certos elementos de design para formatar seções de texto a fim de manter a mesma aparência, seguindo assim um padrão.
As Folhas de Estilos em Cascata permitem uma versatibilidade maior na programação do layout de páginas Web sem aumentar o seu tamanho em Kb, pois oferece várias possibilidades que antes eram conseguidas com a utilização de gifs e jpgs. Basicamente, o CSS permite ao designer um controle maior sobre os atributos tipográficos de uma home page, como tamanho e cor das fontes, espaçamento entre linhas e caracteres, margem do texto, entre outros.
Devido às grandes vantagens advindas do uso do CSS, a maioria dos grandes sites está usando-a em suas páginas.

Versões e compatibilidade


Como já mencionado, existe um grupo voltado para buscar um mínimo de padronização na Internet, especificamente na World Wide Web.
Este grupo é chamado Word Wide Web Consortium ou W3C e pode ser encontrado no endereço www.w3.org.
Os níveis de CSS são: Nível 1 e Nível 2. A diferença básica é que na CSS 2 foi implementado o recurso de posicionamento e colocação de elementos em camadas, permitindo a sobreposição de texto sobre texto ou texto sobre figuras.
O W3C recomenda em muitos casos que as folhas de estilo sejam usadas em vez das tags padrão do HTML e isso pode ser verificado na própria documentação da HTML quando se encontra uma tag ou parâmetro marcado com "deprecated".
O CSS é suportado pelos browsers Microsoft Internet Explorer e Netscape Navigator, nas versões 4 ou posteriores. É importante deixar bem claro que, embora seja essa uma especificação padrão do W3C, nem todos os browsers e versões apresentam os mesmos resultados e também podem não ter alguma característica implementada.
Assim, torna-se importante ainda o uso dos principais browsers do mercado para testar os recursos do CSS.

Conceitos básicos


Para que uma folha de estilo possa definir a aparência de um documento, o browser precisa saber que ela existe. A tag <style> e </style> determinam o início da style sheet.
Cada estilo que você cria é definido como uma regra CSS. Cada regra deve utilizar a seguinte sintaxe:
  • Elemento {atributo1:valor;atributo2:valor...}
  • Elemento - descreve o elemento de design ao qual o estilo será aplicado. A mesma tag HTML, mas sem os sinais de maior e menor. Também podem ser utilizadas classes personalizadas.
  • Atributo - O aspecto específico do elemento usado como estilo. Deve ser um nome de atributo CSS válido, como o atributo font-size.
  • Valor: a configuração aplicada ao atributo. Deve ser uma configuração válida para atributo em questão, como 20pt para font-size.
Exemplo:
 
<style type="text/css"> <!-- p (text-decoration: underline;} --> </style>

Métodos de uso das folhas de estilo


Existem quatro (4) maneiras para incluir estilos CSS às páginas:
  • Estilo In-Line: método utilizado para aplicar o estilo em elementos individuais na página. Normalmente utilizado em casos de exceções a uma regra já declarada.
  • Folhas de Estilo incorporadas: método utilizado para aplicar estilo em qualquer elemento da página, por serem incorporados a tag <head>.
  • Folhas de estilo externas: método que permite usar uma folha de estilo em várias páginas HTML.
  • Importação de estilo: método que permite importar uma folha de estilo de outro arquivo. A importação de um style sheet é parecida com o método anterior, a diferença é que você não pode combinar o método de link com outros métodos de inserções de estilos, mas a importação pode ser combinada.

Estilo in line


Método utilizado para aplicar o estilo em elementos individuais na página. Este estilo é definido no corpo do código HTML através do atributo STYLE.
Exemplo de método In-Line
Exemplo:
 
<html> <head> </head> <body> <h1 style="font-family:Impact;background:yellow;color:red"> Este é um titulo HTML usando CSS</h1> <p style="color:green">Cascading Style Sheet</p> </body> </html>

sexta-feira, 21 de março de 2014

Aula 01 - Introdução ao Design de Interfaces

Buscadores possuem uma interface mais simples e intuitiva
Nos tópicos a seguir definem-se os conceitos e conhecimentos necessários para uma boa criação de interface e apresenta-se um guia com todos os procedimentos envolvidos neste processo, objetivando uma forma mais didática de abordar o assunto.
Conhecimentos Básicos de Design
Existem alguns conhecimentos de design que são básicos não apenas para o design de interface, mas para criação em todo o tipo de mídia. Esses conhecimentos envolvem quatro áreas básicas: tipografia, cor, forma e composição.
  1. Tipografia
Tipografia é coleção de caracteres tipográficos utilizados num projeto gráfico e representa um papel de suma importância no design. É através do uso adequado da tipografia que conseguimos legibilidade, harmonia, beleza e estilo. É necessário conhecer as famílias de tipo, suas diferenças básicas e a melhor aplicação para cada tipo de tipografia.
Os tipos podem ser:
  • Sem Serifa - esse tipo de fonte não possui serifas nos finais dos traços das fontes. Elas são mais usadas em trabalhos de caráter técnico, comercial ou corporativo, pois a ausência das serifas dá um ar de seriedade e clareza à fonte. Fontes sem serifa são muito utilizadas em páginas Web. Exemplo:

  • Antigo - devido ao seu aprimoramento secular como tipo usado na escrita, as fontes no estilo antigo foram o melhor grupo de fontes para grandes extensões de texto impresso. Exemplo:

Aula 01 - Introdução ao Design de Interfaces

Dando uma definição geral de design de interface, diz-se que o design de interface consiste no processo de criar e desenhar uma forma mais fácil e intuitiva de operar um aparelho, dispositivo, computador, etc. Esta foi, por exemplo, a grande revolução trazida pelo sistema operacional Windows, que possibilitou uma forma mais fácil e intuitiva dos usuários se comunicarem com o computador, do que com o sistema operacional MS-DOS.
É importante observar que por trás deste processo existe um estudo, ou seja, não se trata apenas da criação de algumas imagens, botões, fundos, etc., que se coloca posteriormente dentro do código HTML.
Design de Interface para Web Sites
Quando se fala de design de interface para web sites, não existe uma fórmula que sirva para todos os casos. Tudo depende do objetivo da interface que está relacionado com os objetivos do web site. O objetivo deste tipo de design não é apenas criar um botão, mas sim saber qual o melhor formato, cor, estilo de design e localização para este botão dentro da página.
Para que se tenha esta informação, antes de tudo existem alguns processos que são necessários, como por exemplo, a arquitetura da informação do site. A arquitetura da informação diz qual informação é a mais importante em nossa página e web site. A partir daí deve-se fazer as perguntas:
  • Quem é o usuário? Qual a sua idade, o seu nível sociocultural, etc.
  • Qual a melhor forma de apresentar esta informação para o usuário?
  • Que forma, cor, tipografia, localização será melhor e mais intuitiva para o usuário?
Portanto, o design de interface é a maquiagem da informação. Para ajudar a esclarecer este conceito:
"O design não deve ser uma mera decoração, ele precisa comunicar. O leitor nunca deve ter que passar por florestas de botões para obter uma simples notícia"
Roger Black
Designer e diretor de arte responsável pelas mudanças no jornal The New York Times e nas revistas Rolling Stone, Newsweek e New York Magazine.

Aula 01 - Introdução ao Design de Interfaces

Definição de Interface
Antes de explicar o que é o design de interfaces e quais são os aspectos envolvidos neste processo, serão explicados alguns termos. Primeiramente, o que é uma interface? A palavra interface é uma palavra de origem inglesa e que se refere a tudo que se encontra entre duas pessoas, dois processos, dois dispositivos, etc., que precisam se comunicar. Ou seja, a interface é o que se encontra no meio. Veja alguns exemplos:
  • Quando duas pessoas que falam línguas diferentes precisam se comunicar, elas precisam de um intérprete para poder se comunicar, neste caso o intérprete é a interface;
  • A parte da frente do aparelho de som, do micro-ondas, da TV, o painel do carro, todos são exemplos de interface, pois permitem que as pessoas se comuniquem com a máquina.
Se vendesse um carro, um aparelho de som ou de TV, da mesma forma que o cientista ou engenheiro os inventou as pessoas não técnicas não saberiam como operar estes equipamentos. Na verdade este é o trabalho do design industrial, mas está muito próximo do design de interface.

O design da interface é parte crucial na venda de um produto para o consumidor
Definição de Design de Interface
O design de interface é uma área do design e está comumente relacionada ao processo de criação de telas de jogos, aplicação multimídia, softwares e recentemente páginas web.

Fireworks - Conceitos Básicos

Unidade I - Conceitos Básicos do Fireworks CS6

Aula 01 - Introdução ao design de interfaces
  • Definição de Interface
  • Definição de design de interface
  • Design de interface para web sites
  • Conhecimentos básicos de design
  • Procedimentos gerais na criação de uma interface
  • Introdução ao Fireworks CS6
  • O que é Fireworks
  • Configuração sugerida para Windows
  • Novidades da versão CS6
  • Fireworks X Photoshop
  • Solução Integrada (Vetor X Bitmap)
  • Boas-Vindas
  • Área de Trabalho
  • Abrir documentos existentes
  • Visualizando o arquivo
  • Criando um documento no Fireworks
  • Alterando as configurações do documento
  • Painel Histórico (histórico)
  • Salvando o projeto

Introdução ao Fireworks

Apresentação

Adobe Fireworks CS6 é um software de design de interface que faz parte de um pacote de aplicativos conhecido como Adobe Web Design Premium.
A versão CS6 foi lançada pelo atual fabricante e oferece novos recursos de integração com ferramentas conceituadas como o Photoshop e o Illustrator.
Consiste num ambiente interativo de criação de botões, banners, textos, tratamento de fotografias, animações e até mesmo interfaces completas e sofisticadas para a Web.
Por ter sido criado exclusivamente para a web, o Fireworks oferece as ferramentas necessárias para criar e manter seus gráficos em um ambiente produtivo e totalmente personalizado pela linguagem JavaScript.
Objetivos
  • Apresentar os fundamentos básicos do software, sua história, aplicações no mercado de trabalho, além de referências bibliográficas de sites para consulta e apresentar o novo ambiente de trabalho da linha CS6.
  • Ensinar os elementos da interface: formas e textos que constituirão os títulos, logotipos, slogans e banners.
  • Ensinar a manipulação de imagens, bem como a sua importação e tratamento.
  • Criar animações, troca de imagens (rollover) e menu Pop-up.
  • Utilizar ferramentas para a otimização de imagens e exportação.
  • Mostrar a integração Fireworks CS6 e Dreamweaver CS6.
  • Criar a interface completa de um Web Site de layout "líquido", além de seus elementos como menus, banner e publicidade.

quarta-feira, 12 de março de 2014

World Wide Web 1º aula

Internet e World Wide Web


Internet é um conjunto de redes de computadores interligado no mundo inteiro, de forma integrada viabilizando a conectividade, independente do tipo de máquina utilizada. E para manter essa multicompatibilidade é utilizado um conjunto de protocolos e serviços em comum, podendo assim, os usuários conectados nela, usufruírem de serviços de informação de alcance mundial. É importante lembrar que Internet e World Wide Web (WWW ou apenas Web) não são exatamente a mesma coisa. Como a maioria dos internautas usa quase que somente a web, acaba achando que ela abrange toda a Internet, mesmo sendo o recurso mais utilizado da Internet, juntamente com o e-mail, a World Wide Web é apenas um dos serviços da Internet.
É importante saber que quando se fala em home pages, web sites e páginas web, se referem à Web e não à Internet. A vantagem da Web é que através de um web site pode-se ter acesso a quase todos os recursos e serviços disponíveis na Internet.
Também chamada de WWW ou de W3 a "teia de alcance mundial" é a mais nova e poderosa ferramenta para a obtenção de informações na Internet. A WWW oferece uma interface do tipo hipertexto multimídia (ou hipermídia) permitindo que o usuário navegue através de milhares de telas interligadas que contém textos, sons e imagens animadas ou não.
Uma página na WWW é especificada por um endereço chamado de URL (Uniform Resource Locator) e, em geral, se inicia com os caracteres http:// (Hiper Text Transfer Protocol), que é o nome do protocolo de transferência de hipertexto adotado pela WWW.

Serviços e Protocolos


Outro conceito importante que deve ficar claro é que para cada serviço da Internet está relacionado um protocolo de comunicação diferente. Um protocolo é uma linguagem que contém um conjunto de diretrizes específicas. O protocolo base para troca de qualquer tipo de informação na Internet é o TCP/IP. Porém, cada serviço usa um protocolo de nível superior específico para aquele serviço.
Por exemplo: na World Wide Web usa-se o protocolo HTTP na comunicação entre o cliente (browser) e o servidor, já para fazer o download de um arquivo usa-se o protocolo FTP.
HTTP: (Hyper Text Transfer Protocol - Protocolo de Transferência de Hipertexto) na comunicação entre o cliente (browser) e o servidor. Além do http existem outros protocolos e serviços disponíveis que compõem a Internet nos dias de hoje.

FTP: do Inglês File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos), é o serviço que permite o envio de arquivos de um computador a outro na Internet, contendo desde um pequeno texto até grandes programas, além de também possibilitar a manipulação remota de diretórios (criação de diretórios, troca de nome de arquivos, exclusão de arquivos, etc.).

E-mail: do inglês Eletronic Mail (Correio Eletrônico) - serviço amplamente usado e difundido na Internet, serve para o envio e recebimento de mensagens de texto, que pode ainda conter arquivos, imagens e sons anexados. É atualmente um dos principais serviços disponibilizados pela Internet.
Na tabela a seguir, a relação dos serviços mais utilizados na Internet e os protocolos correspondentes:
Serviço da InternetProtocoloExemplo de endereço
World Wide Web (WWW)HTTPhttp://www.neweducation.com.br
File Transfer ProtocolFTPftp://ftp.microsoft.com
Eletronic Mail (e-mail)SMTP / POP
smtp.host.com (endereço do servidor)
nome@host.com (endereço de e-mail)
NewsNNTPnews://news.microsoft.com
ChatIRC
irn.netcom.net.uk
mschat.msn.com
World Wide Web + Secure Sockets LayerHTTPShttps://www.submarino.com.br/login.asp?page=wrap

Intranet e Extranet


Você já deve ter ouvido falar ou ainda lido em um livro ou revista a respeito de Intranets e Extranets. Neste tópico apenas conceitua-se Intranet e Extranet. Informações mais detalhadas podem ser obtidas em livros específicos.

Intranet


Recentemente as organizações privadas começaram dar mais atenção ao fato de que poderiam utilizar a infraestrutura de redes já existente, juntamente com toda a tecnologia de comunicação oferecida pela Internet e os recursos gráficos, intuitivos e multiplataforma, oferecidos pela World Wide Web. Desta união nascem as Intranets.
Como toda rede, uma Intranet é composta por uma estrutura cliente x servidor, ou seja, servidores que armazenam os dados, e aplicações cliente que acessam e manipulam estes dados, numa infraestrutura de rede que mantém tudo interligado.
Isto faz parecer que uma Intranet não seja nada diferente de uma aplicação típica de rede. Do ponto de vista técnico não existem muitas novidades em uma Intranet, além dos dados trafegarem sob o protocolo TCP/IP.
A principal diferença entre uma Intranet e uma rede tradicional não é realmente técnica. Está na natureza a apresentação da informação. O formato gráfico dos elementos juntamente com a possibilidade de acesso a partir de uma entrada comum - navegador - é o que a distinguem das demais redes.
Esta nova maneira, de localizar e utilizar a informação, é muito mais amigável que mapear um drive de um servidor particular, atravessar uma complicada estrutura de diretórios, navegar através de uma lista de nomes de arquivos. As pessoas preferem clicar em ícones em vez de buscar a informação através de diretórios.
Além disto, a independência de plataformas oferecida pelo HTTP e pelo HTML permite à estrutura de uma Intranet suportar vários clientes, melhor do que uma aplicação típica de rede.
Como definição pode-se dizer que uma Intranet corresponde à rede interna de uma empresa que utiliza a mesma infraestrutura e tecnologias usadas na Internet, assim como, protocolo TCP/IP, servidores web, navegadores, e-mail, notícias, etc., para disponibilizar informação de forma gráfica e atualizada aos usuários internos da empresa.
Mas qual a vantagem de se investir em uma Intranet em vez de manter a estrutura de rede tradicional? As vantagens são muitas, sobretudo podemos citar:
  • economia com custos de instalação e manutenção de demanda de uma rede tradicional;
  • economia com horas de treinamento para usar o sistema, pois a interface é a mesma usada na Internet;
  • facilidade para encontrar as informações na rede, através do uso de páginas web e sites de busca na Intranet;
  • amplitude de tecnologias e recursos gratuitos ou de baixo custo disponíveis na Internet, e que podem ser usados nos web sites da Intranet;
  • possibilidade de uso de videoconferência com custos mais baixos e usos de recursos multimídia, como áudio, vídeo e animação em web sites de treinamento;
  • facilidade para encontrar profissionais para dar manutenção nos web sites e na rede.

Do ponto de vista tecnológico uma Intranet é composta por:
  • infraestrutura de rede;
  • servidores;
  • documentos;
  • navegadores;
  • aplicações.

Infraestrutura de Rede


Pode-se dizer que a espinha dorsal de uma Intranet baseia-se na utilização de uma rede. É a rede que vai fornecer a conexão necessária para que a informação seja acessada a partir de qualquer local da organização.
Da mesma forma que a Internet, uma Intranet utiliza o protocolo de rede TCP/IP para realizar a comunicação. É o TCP/IP que vai fornecer um endereço IP para cada máquina da rede, permitindo que as máquinas possam se localizar e comunicar entre si.
Além do protocolo TCP/IP, uma Intranet utiliza o protocolo HTTP.(Hypertext Transfer Protocol) ou Protocolo de Transferência de Hipertexto, que vai permitir a transmissão de texto, imagens e hiperlinks associados às páginas, nos formatos aceitos pelos navegadores, que será a ferramenta utilizada para a visualização das informações.

Servidores


Com a rede já montada a próxima questão sobre infraestrutura de uma Intranet é onde armazenar a informação.
Normalmente, a informação é armazenada em máquinas destinadas somente para este fim, que possam ser acessadas durante todo o tempo e a qualquer hora, chamadas de servidores. No caso da Intranet este servidor precisa ser um servidor Web, ou seja, possuir os protocolos necessários para que as páginas de informação no formato HTML possam ser acessadas pelos usuários. Isto não significa que um servidor Web não possa oferecer acesso à informação armazenada em outros tipos de servidores. Um servidor Web pode estar integrado a um servidor de e-mail ou a um servidor de bancos de dados, por exemplo.

Documentos


Documentos são as chaves de uma Intranet, ou seja, a "personificação" da informação. O formato padrão para os documentos em uma Intranet é o HTML, um formato que mistura texto etags que controlam a formatação e hiperlinks de páginas para outros documentos.
Um documento HTML funciona bem por várias razões: é pequeno, fácil de ser transmitido via rede, não se liga a uma plataforma específica, pode rodar em qualquer sistema operacional.
Embora os documentos HTML sejam componentes-chaves para qualquer solução Intranet, outros tipos de documentos podem ser utilizados, principalmente no caso de organizações que utilizam a plataforma Microsoft e desejam aproveitar a documentação existente nos formatos utilizados no pacote Microsoft Office.

Navegadores


Os navegadores são programas utilizados pelos usuários de uma Intranet para visualizar os documentos exibidos pelo servidor, realizando as seguintes funções:
  • localização e comunicação com os servidores;
  • leitura do formato HTML e exibição gráfica dos documentos armazenados;
  • leitura dos hiperlinks dos documentos e salto até os endereços determinados;
  • oferecimento de ferramentas padrão que auxiliam a navegação, como botões que levam para frente e para trás, locais favoritos e histórico;
  • tratamento de elementos multimídia como som, vídeo e imagens 3D.

Aplicações


Aplicações são programas específicos escritos por desenvolvedores para solucionarem problemas específicos dentro das organizações.
Existem muitas ferramentas disponíveis para um desenvolvedor de Intranet. Ferramentas que incluem controles, scripts e componentes que atuam diretamente no servidor.
Controles são partes das aplicações que podem ser executados de dentro do navegador, estendendo sua funcionalidade e permitindo a construção de soluções que estão muito além da simples exibição dos documentos. Escritos em ferramentas como C++, Java, Visual Basic, Delphi, etc., são incorporados diretamente nos documentos HTML.

Extranet


Há algum tempo algumas empresas utilizam redes privadas (Virtual Private Network ou VPN) para a comunicação entre seus computadores. As VPNs são instaladas normalmente em empresas que precisam estabelecer uma comunicação constante, rápida e segura de informações entre matriz e filial, fabricante e distribuidor ou fornecedor. Os principais clientes deste tipo de rede são instituições financeiras, multinacionais, centros de processamento de dados, etc. Esta troca de informações através de VPNs é chamada de EDI (Eletronic Data Interchange - Troca eletrônica de dados).
Quando existe uma grande distância entre as redes, o custo de instalação de uma conexão direta se torna muito elevado, pois linhas privativas entre cidades distantes têm o custo muito elevado. Por isso, os sistemas de EDI são restritos, impossibilitando o uso por empresas de menor porte. Esta situação passou a mudar com o uso da Internet para fins comerciais e o surgimento das Intranets. A estrutura de Internet passou a ser usada para acesso à Intranet de empresas. Surge assim o conceito de Extranet.
Uma Extranet é um tipo específico de ligação entre redes Intranet que usa a Internet como meio de conexão, permitindo que filiais de uma empresa, ou fornecedores e distribuidores acessem sites e banco de dados das Intranets. Esse sistema é chamado de WEBEDI.
Como a informação não trafega por uma rede particular e sim pela Internet é necessário criptografar e autenticar os dados, através da instalação de firewalls, nas "pontas" das redes (entre as redes e a Internet) para proteger a conexão de acessos externos provenientes do restante da Internet.
Isto quer dizer que, se uma determinada empresa possui filiais pode fazer uma conexão entre elas e a matriz, utilizando a Internet como meio de conectividade, porém preservando a integridade e o sigilo dos dados que trafegam entre as redes. Seria como criar um "túnel" para comunicação entre essas redes, e ninguém mais, que não as próprias redes envolvidas, tivessem acesso a esses dados. Sendo assim, esse tipo de conexão acaba funcionando como uma rede privada (VPN) usando a infraestrutura da Internet.
Devido à facilidade deste tipo de implementação, muitas empresas criam enormes redes que interligam suas sedes regionais. Esta ligação permite que os usuários da rede da empresa comuniquem-se entre si ou com parceiros, fazendo parte da Extranet. Uma VPN pode funcionar como uma imensa rede privada de comunicações, com tráfego de alcance global.